Villa Mix Brasília 2017 é marcado por furtos e reclamações

. Visão aérea do Villa Mix Brasília 2017 (Reprodução / Instagram)

Brasilia recebeu no último dia 06 de maio a edição 2017 do Villa Mix. O que era para ser um festival repleto de música boa e alto astral, acabou sendo ofuscado pela falha organização e excessiva atuação criminosa.

Pela redes sociais do evento, não faltaram queixas da precária atuação dos organizadores. A sensação de insegurança começava logo na entrada. “A revista estava muito fraca, sem nenhuma atenção, sem detector de metal”, revela uma integrante do grande público que prefere não se identificar. “A comida era péssima, e muito cara. E as bebidas visivelmente inferiores ao esperado, teoricamente seriam garrafas de Smirnoff, mas ao provar, bom, acho que podemos comparar a álcool de posto de abastecimento automotivo”, dispara.

Visivelmente lotado, com pessoas além do que o espaço comportava, o que reinou foi a insatisfação. “Havia uma multidão aglomerada e alcoolizada, não tinha seguranças nem policiais militares, e muito menos postos de brigadistas acessíveis. Não havia a quem recorrer no caso de um incidente. Eu mesma fui assediada inúmeras vezes e não tinha um segurança a quem eu pudesse pedir auxílio. Me senti totalmente violada. Haviam muitas pessoas abusando do álcool e de drogas no local”, completa a fonte.

No chamado ‘backstage’, em que era necessário desembolsar cerca de R$ 1 mil para conseguir entrar, o descontante sobressaiu. Superlotação, longas filas, falta de higiene nos banheiros e baixa qualidade de bebidas e alimentos servidos foram pontos negativos.

Infelizmente, também foi fortíssima no local a atuação de criminosos. Na saída do evento, por exemplo, uma vítima que teve o celular furtado indicou a policiais um possível bandido e o mesmo foi abordado. Com ele, foram encontrados 23 aparelhos escondidos em uma legging que usava abaixo da calças para manter os smartphones junto ao corpo.

No estacionamento do festival, dois homens foram presos por furto de veículo. Seguranças notaram eles quebrando vidros de carros para roubar objetos e acionaram a polícia.

Ao Metrópoles, uma mulher contou ter sido atacada com com chutes e socos durante o evento depois que ela separou uma confusão em que o suspeito estava envolvido. Ela narra até ter tentado acionar a segurança local, mas eles teriam dito que não podiam sair do ponto fixo onde estavam.

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