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“3%” estreia segunda temporada em abril de 2018

Fernanda Vasconcellos é a atriz que será novidade no elenco da série "3%" - (Foto: Divulgação)

A Netflix terminou no domingo (22) as gravações da segunda temporada de “3%”. A série brasileira voltou ao interior da Arena Corinthians, em São Paulo, para as gravações, além de usarem galpões abandonados no Centro da capital paulista. Com estreia prevista para abril de 2018 na plataforma de streaming, “3%” terá novidade no elenco, e mesmo para estrear a segunda leva de episódios, a produtora Boutique Filmes planeja esticar o contrato dos profissionais envolvidos e dar ao seriado até cinco temporadas.

De acordo com informações da coluna Zapping, a personagem interpretada por Fernanda Vasconcellos surgirá para os demais apenas em flashbacks. Foi um dos detalhes descobertos e que envolvem o novo material, que está sendo mantido em sigilo pela produtora, bem como a Netflix. O roteiro continuará tendo como fundo de fundo um mundo pós-apocalíptico em que a maior parte da população que sobreviveu aos desastres vive na miséria.

Sai do título a ideia de que 3% das pessoas com que completam 20 anos de idade conseguem a aprovação do Processo, que é, como o nome diz, um processo que os selecionam para que façam parte do Maralto, onde a qualidade de vida é extremamente boa e com riquezas abundantes. Mesmo com essa porcentagem de aprovação, todos os habitantes do chamado Continente, o lugar pobre, podem participar do Processo.

“3%” estreou em novembro de 2016 com oito episódios. A série foi protagonizada por Bianca Comparato e João Miguel, além de Michel Gomes, Rodolfo Valente, Zezé Motta, entre outros. O roteiro foi e continua sendo assinado por Pedro Aguilera, que conseguiu a produção da Netflix após um episódio piloto exibido no YouTube em 2009.

A série, de acordo com a própria Netflix, foi a primeira série de não-língua inglesa mais assistida nos Estados Unidos e que ao considerar a quantidade de horas em que foi assistida, “3%” teve 50% de sua audiência vinda de outros países que não o Brasil. Austrália, Canadá, França, Itália, Coréia do Sul e Turquia estavam entre os países com números consideráveis de espectadores.

Mesmo com uma recepção negativa no Brasil após sua estreia, a série conseguiu aclamação de grandes veículos da mídia internacional. Nos EUA, o Hollywood Reporter elogiou a série, seguido pelo IndieWire.

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