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Crítica do filme “A Estrela de Belém”

“A Estrela de Belém” (The Star) chega, nesta quinta-feira 30 de novembro, aos cinemas brasileiros (crédito: divulgação).

É comum no mercado cinematográfico a estreia de produções temporais que pegam gancho em datas comemorativas para apresentar filmes temáticos. Com a chegada de dezembro, sempre surgem os longas natalinos. Neste fim de ano, a opção – que chega nesta quinta-feira, 30 de novembro, aos cinemas brasileiros – é a animação “A Estrela de Belém” (The Star).

Com produção da Sony Pictures Animation (“Hotel Transilvânia”, “O Bicho vai Pegar” e “Tá Chovendo Hambúrguer), o longa tem a direção do estreante Timothy Reckart.

 

A História

O filme conta a história bíblica do nascimento de Jesus, mas por um ângulo diferente: o olhar dos animais. O protagonista Bo é um pequeno burrinho que mora trancafiado em um moinho, sempre andando em círculos para moer os grãos. Mas, dentro dele, vive um espírito livre que tem como maior objetivo de vida sair e vivenciar as aventuras que acontecem do outro lado das paredes do lugar.

No filme – além de Bo – o pombo Davi, a ovelhinha Ruth e os camelos Déborah, Cyrus e Felix assumem papeis de protagonistas na viagem de Maria e José rumo ao mais famoso estábulo da história e ajudam o casal a se livrar da caça promovida pelo Rei Herodes.

A animação é bastante agradável visualmente e extremamente didática (crédito: divulgação).

 

Para Crianças

A animação é bastante agradável visualmente e extremamente didática. Durante quase 1h e meia, o filme tenta retratar da forma mais fiel possível o início da era cristã. É uma oportunidade para mostrar às crianças a história bíblica que, independente da religião, é uma das mais conhecidas do mundo.

A linguagem, piadas e humor utilizados no longa são destinados para os pequenos. Adultos não devem rir tanto quanto, mas é um filme que agrada também aos mais velhos. Os personagens são cativantes. Os traços, a fotografia e trilha sonora encantam e levam o espectador ao clima natalino.

A premissa do filme se mostrou criativa ao apresentar uma história já muito retratada, mas por um olhar inovador e, ao falar do natal sem contar com a presença da confortável figura do Papai Noel.

Não é um filme surpreendente, muito pelo contrário, já que provavelmente você sabe o final. Também não é uma animação que apresenta algo de espetacular. Esse é um daqueles típicos filmes que podem ser facilmente reprisados, por anos, na TV Aberta, para a criançada aguardar sentada no sofá enquanto esperam a ceia ser servida.

No início das férias escolares, é uma opção para um bom programa em família nas salas de cinema.

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